Quem procura "criação de sites em Cuiabá" encontra de tudo: freelancer, agência de outra capital com uma página só para a cidade, plataforma de montar sozinho e estúdios daqui. O preço varia dez vezes, e a proposta quase sempre chega bonita. O que separa uma contratação boa de uma dor de cabeça raramente está no orçamento — está nas perguntas que ninguém faz antes de assinar.
1. O domínio e o site vão ser meus?
É a pergunta mais importante e a menos feita. Pergunte em nome de quem o domínio será registrado e o que acontece com os arquivos do site se o contrato terminar. Se a resposta for vaga, o site é da empresa, não seu. O certo é o domínio ficar no seu CPF ou CNPJ desde o primeiro dia, com você tendo acesso ao painel onde ele está.
2. O que exatamente está incluído?
"Site institucional" pode significar uma página ou doze. Peça a lista: quantas páginas, hospedagem, certificado de segurança (SSL), e-mail profissional, formulário, integração com WhatsApp, cadastro no Google. Depois pergunte o que não está: alterações depois da entrega costumam ser o item que vira orçamento extra. Na UPBOOST Studio, tudo que entra na assinatura está listado antes da conversa comercial, justamente para essa pergunta não existir.
3. Quem vai cuidar do site depois de pronto?
Um site não é um produto que fica pronto; é um endereço que precisa de manutenção: atualização de segurança, backup, correção quando um plugin quebra, troca de foto, texto novo. Pergunte quem faz isso, quanto custa cada alteração e em quanto tempo ela é feita. Muita empresa entrega bem e some depois. É o motivo de existir o modelo de site por assinatura: a manutenção é parte do serviço, não um favor.
4. Posso ver sites que estão no ar?
Não peça portfólio em imagem. Peça endereços reais e abra no celular. Veja se carregam rápido, se o WhatsApp funciona, se as fotos são do cliente ou de banco de imagem. Um estúdio que trabalha em Cuiabá deve conseguir mostrar empresas da cidade que você reconhece — os nossos cases estão todos navegáveis, dentro do próprio site.
5. Como o site vai ser encontrado?
Ter site e ser encontrado são coisas diferentes. Pergunte o que é feito de SEO: título e descrição de cada página, velocidade, dados estruturados, cadastro e integração com o Google Meu Negócio, conteúdo local. Se a resposta for "o site é otimizado para o Google" sem detalhe, não é.
6. Qual é o prazo — e o que atrasa?
Prazos realistas para um site institucional ficam entre três e seis semanas. O que mais atrasa não é a empresa: é o conteúdo que o cliente precisa mandar (textos, fotos, logotipo). Uma boa empresa diz isso na primeira reunião e te ajuda a organizar o material, em vez de esperar em silêncio.
7. Vou falar com quem faz?
Em agências grandes, você fala com o comercial e o site é feito por alguém que você nunca vê. Em plataformas, você fala com um chat. Pergunte quem vai atender quando algo quebrar num sábado. Estúdios locais costumam ganhar exatamente aqui: em Cuiabá, a primeira reunião pode ser presencial e a pessoa que desenhou o site é a mesma que responde no WhatsApp.
Preço baixo com domínio no nome da empresa contratada sai caro. Preço alto sem manutenção também. O que vale é a resposta às sete perguntas.
Quanto custa, afinal?
Depende do modelo. Projeto fechado costuma partir de alguns milhares de reais mais a manutenção à parte; assinatura dilui o custo em mensalidade e inclui a manutenção. Fizemos as contas com números de Cuiabá no artigo quanto custa um site em Cuiabá. Na UPBOOST Studio os planos da assinatura começam em R$ 497 por mês, com desenvolvimento incluído.